Onze meses haviam se passado desde que Isabella Cruz decidiu ficar em Campinas e reconstruir sua vida do zero.
O tempo, que antes parecia um peso, agora corria leve. Aos poucos, ela foi crescendo não só profissionalmente, mas como mulher. A repórter que chegara nervosa no primeiro dia na TV Campinas agora era uma das principais âncoras do telejornal vespertino. Suas reportagens sobre violência contra a mulher, exploração no campo e direitos das mães solo ganharam prêmios regionais e até uma men