Eva
Depois que terminamos o nosso café da manhã, troquei-me e segui para casa. Ao passar pela porta, escutei a voz do meu pai vir do escritório. Aproximei-me e, através de uma fresta, vi que ele estava só e falava empolgado ao telefone. Afastei-me e segui em direção à escada, até que ele explodiu em uma gargalhada estrondosa e maquiavélica. Aquilo chamou a minha atenção.
“O que lhe faz tão feliz?”
Aproximei-me novamente.
— Queria muito poder ver a cara daquele imbecil. Ele deve estar louco a es