Luna
Entretanto não consigo mirar seus olhos pois, a mão enorme se movimenta de maneira ágil indo de encontro com a pele da minha bochecha esquerda fazendo o rosto girar de volta para o homem se debatendo em meio a agonia da morte,vejo os respingos de sangue na parede atrás dele, indicando a entrada e a saída da bala.
Ele não tem mais uma chance de escapar e a culpada pela sua morte sou eu,deixando como resultado a culpa sobre os ombros e uma obra de arte estampada na parede bege pela viscosid