Oito horas depois — das quais passamos mais de cinco dirigindo até Jacksonville e quase duas ouvindo um médico explicar a situação da minha mãe, além de assinar os papéis de sua liberação do hospital — finalmente a levamos para casa. Gemo de cansaço e fecho a boca para não começar a xingar como um marinheiro.
Eu amo minha mãe, Marie, com todo o meu coração, mas, se em perfeito estado de saúde ela já era uma peça rara, imagine com uma perna quebrada e um pulso torcido.
Dee, a verdadeira calma em