Melinda de Sá
Minhas costas me lembrava a todo momento que eu tinha uma dívida gigante com a seguradora, que meu carro estava destruído, que minhas memórias estavam me deixando doida e que eu não devia mexer no celular enquanto dirigia.
Já era quinta feira e eu tinha que ficar de repouso. Joice veio me visitar no dia anterior e contei para ela sobre as minhas alucinações, que ela tentou a todo custo me convencer de que eram memórias. O pior era que ela usava argumentos bons em relação a isso,