Eu sabia que no momento que eu encontrasse Marília, eu não iria conseguir me segurar e eu não tinha medo de nada, a única coisa que eu queria era respostas, respostas sobre a morte do meu marido.
— Você não deve estar bem, você está cansada, todos esses meses pensando sobre a morte de Paulo! Você já está delirando. Eu jamais mataria meu cunhado, eu jamais mataria ele! — Ela grita, achando que estou caindo no em seu pequeno circo.
— Mataria sim! E sabe o porquê? — falo apontando para ela. — P or