Após a partida de sua mãe, Elise sentia-se completamente sozinha no mundo. O sepultamento de Anne foi uma das experiências mais dolorosas que Elise já havia enfrentado. A realidade da perda se tornou tangível, como uma ferida aberta que parecia nunca cicatrizar.
No dia do sepultamento, a menina de 15 anos, agora órfã, estava cercada por amigos e familiares, mas nenhum abraço ou palavra de conforto conseguia amenizar a dor que sentia.
Elise observava, com olhos marejados, enquanto o caixão de su