EPÍLOGO

Oito meses depois eu estou olhando minha barriga de seis meses de gravidez no espelho. Sentindo-me nas nuvens, coloco um vestido de chiffon verde com contas. Calço minhas sandálias brancas e saio do quarto.

Quando alcanço a sala, Zafira me encara séria.

Desde que mudamos para o Egito, os empregados passaram a me ver com outros olhos. E Zafira não é diferente. Mudou completamente comigo. Faz tudo para me agradar, na verdade, ela passou a me temer.

É natural, eu mudei o jeito de pensar de um homem árabe. Mas eu não gosto disso. Quero que ela me olhe diferente. Sem temores. Ela me vê de uma forma até mística, como se eu fosse uma espécie de feiticeira.

— Vai sair? —Ela me pergunta.

Digo sorridente.

— Vou. Combinei de almoçar com Adara.

Ela meneia a cabeça.

— Said não vai gostar nada de vê-la dirigindo p
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