- Que encontro comovente - Rafael deu um passo à frente, os olhos vidrados, a arma firme na mão. - O bastardo enfim tem pai. Pena que será por pouco tempo. Agora eu vou te mandar pro inferno.
O dedo já pressionava o gatilho.
Dante forçava os dedos nas garras da armadilha, o metal frio cortando a pele, tentando encontrar o mecanismo de abertura. O corpo pendia em um ângulo desconfortável, o tornozelo preso, a terra úmida da mata absorvendo o suor que escorria da testa.
- Baixa a arma.
A voz veio