Rafael ajustou a pontaria devagar.
O dedo voltou ao gatilho.
E então o barulho veio.
Galhos se quebrando. Passos firmes. Várias direções ao mesmo tempo.
- RAFAEL! SOLTA A ARMA!
Gonçalo surgiu da mata com três homens, as armas erguidas, os olhos fixos no alvo. Eles haviam seguido o som do disparo.
Rafael hesitou.
Tarde demais.
O primeiro disparo veio certeiro, não para matar, mas para desarmar. O projétil atingiu a mão direita de Rafael, aquela que segurava a arma, estilhaçando os dedos que aind