Isabela acordou leve naquela manhã.
Não porque tudo estivesse resolvido.
Mas porque ela não tinha acordado defendendo o próprio coração de algo que já tinha acabado.
Tomou café em silêncio, abriu as janelas e deixou o ar entrar. A cidade começava a se tornar familiar — não apenas geograficamente, mas emocionalmente.
O celular vibrou enquanto ela lavava a xícara.
Número desconhecido.
Ela hesitou.
Não era Lucas. Ele já tinha sido bloqueado em todas as formas possíveis. Não era o advogado. Não era