— Srta. Marília.
Marília voltou a si com o chamado e ergueu o olhar para a pessoa à sua frente.
A antiga menina doce e frágil já não exibia aquele sorriso radiante e dependente no rosto. A expressão dela agora era fria e distante.
Nair enxugou as lágrimas e, com a voz embargada, implorou:
— Srta. Marília, a senhora sabe que me divorciei há muitos anos. Durante todo esse tempo, criei meu filho sozinha, e não foi nada fácil. Eu pensei que, quando ele crescesse e se casasse, eu finalmente teria uma