Assim que essas palavras foram ditas, a atmosfera dentro do carro pesou.
Leandro olhou para o rosto frio e sereno da mulher e falou, com um tom impassível:
— Se estiver grávida, então que tenha o bebê.
— Ter o bebê? — Marília soltou uma risada sarcástica, virou-se para encará-lo, e em seus olhos frios havia apenas desprezo e raiva. — Leandro, uma criança é uma vida, não um objeto. Se nascer, teremos que assumir a responsabilidade por ela. Você acha que uma criança com pais como nós teria alguma