Marília também não teve coragem de abrir a porta. Olhou pelo olho mágico por um tempo, mas não viu nada de estranho, então voltou para o quarto.
Naquela noite, Marília não conseguiu dormir direito. De tempos em tempos, ouvia o som da campainha; outras vezes, tinha pesadelos. Foi uma sequência de idas e vindas até o amanhecer. Quando se levantou, estava com a cabeça zonza.
Ela ligou para a cabine de segurança e, após a revisão das câmeras, foi informada de que alguém havia subido ao andar dela na