Às quatro da tarde em ponto, Zélia ligou para ela.
Marília não esperava que fosse tão cedo e se apressou para pegar as suas coisas e descer.
Zélia já havia estacionado o carro lá embaixo. Marília abriu a porta do passageiro e entrou.
— Você já terminou suas tarefas?
— Vou deixar para fazer amanhã. Hoje preciso ir mais cedo, tenho medo de não encontrar vaga para estacionar.
Zélia saiu do hospital com o carro e, depois de um curto trajeto, ficou presa no trânsito.
Marília olhou ao redor, surpresa