Marília passou mais uma noite em claro.
Sempre que conseguia dormir, tinha pesadelos, sentia dor no estômago e sonhava com o filho perdido.
Quando acordou chorando pela terceira vez, Marília não se atreveu a dormir novamente. Sentou-se, vestiu-se e permaneceu sentada no sofá, olhando para o vazio. Esperou até que amanhecesse, sem vontade de sair, apenas permanecendo imóvel no quarto.
A fome no estômago a fez pedir comida ao serviço de quarto.
Ainda estava no café da manhã quando o celular de Mar