O sol lá fora estava forte, e o quarto, bem iluminado.
Marília percebeu naturalmente a reação do homem, assim como o desejo escancarado em seus olhos, mas o ignorou e disse apenas:
— Puxe as cortinas para mim.
O homem respondeu com a voz baixa e rouca:
— Tá bom.
Marília subiu na cama, colocou o celular ao lado e puxou o cobertor, deitando-se.
Logo, as cortinas foram fechadas.
Ela ouviu os passos se afastando e o som da porta se fechando.
Marília abriu os olhos. Na verdade, ela nã