O telefone tocou.
E, no segundo em que vi quem era...
Eu soube.
Não foi lógica.
Não foi análise.
Foi instinto.
Atendi no primeiro toque.
— Fala.
Mas não era comando.
Era urgência.
— Senhor... — a voz do segurança veio quebrada, ofegante — eu estou com a senhorita Samantha no hospital.
Meu corpo inteiro ficou rígido.
— O que aconteceu?
Silêncio de meio segundo.
Pesado.
Errado.
— Ela foi atropelada.
O mundo... parou.
Literalmente.
— Repete.
Baixo.
Controlado.
Perigoso.
— O sinal ainda estava fech