Tomar decisões sempre foi fácil para mim.
Eu analisava cenários, calculava riscos, antecipava consequências... e agia.
Sem hesitação.
Sem ruído emocional.
Era assim que eu construí tudo.
Era assim que eu mantinha o controle.
Mas com Samantha...
Nada seguia esse padrão.
Eu estava no escritório, tarde da noite, com a cidade se espalhando em luzes abaixo de mim, e pela primeira vez em muito tempo... não era um contrato que ocupava minha mente.
Era ela.
Sempre ela.
A imagem dela rindo.
A forma como