Eu me encontro com Mark na corte, pronto para mais um dia de trabalho intenso. Assim que ele me vê, abre um sorriso e vem em minha direção, estendendo a mão para um aperto firme.
— Karl, bom te ver! Como vai a minha afilhada? — Mark pergunta, com aquele tom casual que sempre usa para disfarçar a curiosidade.
— Vai muito bem, obrigado. E você? Já está pensando em ter filhos? — retruco, meio de brincadeira, mas também com certa curiosidade. Mark sempre foi um enigma nesse sentido.
Ele solta uma r