Estávamos arrumando a cabana em um silêncio pesado, ambos cientes do que aquilo significava: o fim do que vivemos ali e o retorno à vida como antes. Karl parecia chateado, e eu me sentia confusa emocionalmente, como se estivesse me magoando ao não levar essa relação adiante. O peso da despedida pairava no ar, tornando cada movimento nosso mais lento, mais carregado de emoção.
Eu dobrava a última manta quando decidi quebrar o silêncio. – Karl, eu... não sei o que dizer.
Ele olhou para mim, se