O amanhecer envolvia a Fazenda Mirador em um manto de névoa.
Os primeiros raios de sol atravessavam as copas das árvores centenárias, desenhando feixes dourados sobre o velho casarão. O canto dos pássaros contrastava com o silêncio pesado que dominava o lugar.
Helena permanecia na varanda.
Não havia conseguido dormir.
A noite inteira passara olhando para o homem que um dia chamara de pai.
Agora ele estava ali.
Tão perto.
E, ao mesmo tempo, parecia um estranho.
Augusto surgiu na porta carregando