O eco do disparo ainda parecia vibrar entre as paredes do antigo depósito Aurora.
Miguel permaneceu abaixado, atento a qualquer movimento do lado de fora.
Lorenzo segurava a caixa de madeira contra o peito.
Seu coração batia acelerado.
— Você está bem? — perguntou Miguel em voz baixa.
Lorenzo apenas assentiu.
Os dois esperaram alguns segundos.
O silêncio voltou a tomar conta do lugar.
Miguel aproximou-se da porta e observou o terreno.
Nada.
Quem havia atirado já tinha desaparecido.
— Foi um avi