O sol ainda não havia nascido por completo quando Zayn entrou na sala de comando, vestindo a túnica escura que usava apenas em missões de segurança extrema. O traje era simbólico — significava que não era o Sheik que estava ali, mas o homem por trás do trono, pronto para sujar as mãos, se necessário.
Kareem o aguardava com duas pastas sobre a mesa. Lasmih estava a postos na porta, em silêncio, com o olhar atento aos corredores. Ninguém mais teria acesso àquela reunião.
— Confirmamos o paradeiro de Yahya — disse Kareem, direto. — Está em uma mansão de luxo nos arredores de Ajmaan, usando identidade falsa. A Interpol já foi notificada, mas Malik mexeu cordas pesadas para protegê-lo. Nenhuma ação legal será eficaz a curto prazo.
Zayn apertou os olhos.
— Então não vamos agir pela lei. Vamos agir pela honra.
Kareem abriu a pasta.
— Temos dois caminhos: invadir discretamente com uma equipe nossa — apenas quatro homens — ou infiltrar alguém da confiança dele e coletar provas novas antes da a