Capítulo 23. Não posso perder.
Amanda cruzou a porta do seu quarto arrastando os pés. Estava morta de cansaço.
Deixou a bolsa jogada na cadeira mais próxima e se deixou cair de costas sobre a cama sem se dar ao trabalho de acender as luzes.
Seu corpo estava pesado e sua cabeça dava mil voltas depois do dia tão longo na fundação.
Fechou os olhos por um momento e lembrou-se de repente que tinha um encontro marcado com Carlos para as nove da noite.
Suspirou, debatendo-se internamente. Adorava estar com ele, mas, sendo sincera,