Dizem que relembrar é o mesmo que reviver...
Na mansão, já passava das duas da manhã. Maya mal conseguia manter os olhos abertos. Seus lábios tremiam, a pele estava fria. Segurando firme a mão dela, Dadá suplicava:
— Aguenta, menina, por favor...
Mas Maya soltou a mão da senhora e, com os lábios pálidos, murmurou algo quase inaudível:
— Eu não aguento mais...
— Não! Pelo amor de Deus, não! — gritou Dadá em desespero.
Nesse instante, a porta se abriu. O segurança entrou, encharcado pela chuva.
—