A casa permanecia mergulhada na escuridão.
Lívia abraçou Dona Helena enquanto tentava controlar a própria respiração.
O relógio caído no chão parecia um aviso.
“A próxima mentira custará uma vida.”
— Mãe… fique atrás de mim.
— Lívia, estou com medo.
Ela pegou o celular e acendeu a lanterna.
A luz iluminou lentamente a sala.
Não havia ninguém.
Mas a porta da cozinha estava aberta.
O vento fazia a cortina balançar.
Lívia caminhou devagar.
Seu coração parecia bater tão alto que ela podia ouvi-lo.