Capítulo 6 – O nome na margem
A sala de reuniões do vigésimo primeiro andar, normalmente sóbria, elegante e rigorosa como uma sala de cirurgia corporativa, estava mergulhada num caos perfeitamente contido, mas denso.
Como se algo vital estivesse à beira do colapso, sem que ninguém se atrevesse a mencioná-lo.
As persianas automáticas, entreabertas, deixavam passar faixas de luz que cruzavam a mesa central em forma de facas. As telas piscavam com gráficos truncados e linhas de código com err