Carolina
Abraço meu filho dentro do carro, colocando ele para arrotar, as ruas de Moscou ainda são diferentes, flores ainda são deixadas nas calçadas que foram banhadas de sangue.
A mão forte de Nicklaus aperta o meu joelho, viro o rosto para encarar a cicatriz que marca a sua testa, tudo nele é ainda mais charmoso do que nunca. Nem ao menos parece que esteve tão perto de morrer.
Com cuidado ele ergue as mãos enormes pegando o pacotinho azul sonolento e o encaixando no colo. Mordo os lábios