A casa da fazenda estava mergulhada no silêncio profundo da madrugada. O fogo da lareira havia se reduzido a brasas vermelhas, e o som suave de respirações ritmadas preenchia a sala. Maya roncava baixinho no sofá, Clara dormia encolhida em um cobertor, Sofia estava apagada no beliche. Theo e o resto do grupo haviam se acomodado nos quartos.
Eu não conseguia dormir.
Levantei-me devagar, vestindo apenas a camisola fina que Clara havia me emprestado. O frio da noite me arrepiou a pele. Caminhei si