Acordei com a cabeça latejando e a boca seca. O gosto amargo ainda permanecia na língua. Pisquei várias vezes, tentando focar a visão. Não estava mais na floresta. Não estava na fortaleza das raposas. Estava em um quarto pequeno, mas luxuoso — paredes de madeira escura, uma cama grande com lençóis pretos, uma única janela com grades de ferro coberta por cortinas pesadas. O ar cheirava a incenso de sândalo e madeira velha.
Tentei me levantar, mas meus pulsos estavam amarrados à cabeceira da cama