Os dias seguintes ao ultrassom foram um turbilhão de emoções.
Logan estava radiante. Ele não conseguia esconder a felicidade. Toda vez que me via, seus olhos verdes brilhavam, e ele me puxava para um abraço cuidadoso, como se eu fosse feita de vidro. Naquela noite, depois de voltarmos da clínica, ele me fez deitar no sofá do apartamento dele, trouxe chá de gengibre, frutas e um cobertor quente.
— Eu ainda não acredito — disse ele, ajoelhando-se ao lado do sofá, a mão grande descansando com deli