Saí para o pátio traseiro da sede para tomar ar. A noite estava fresca, o vento leve balançava as folhas das árvores ao redor. Meu corpo ainda carregava o calor do cio que começava a se manifestar. A pele sensível, os seios pesados, um latejar constante entre as pernas. Sentei em um banco de madeira perto da borda da floresta. Porém estava começando a me acostumar.
Um homem da matilha se aproximou. Alto, cabelos castanhos curtos, ombros largos e olhos castanhos escuros. Chamava-se Marcus. Ele p