A situação estava tensa. Lucian sentia o peso do olhar intenso de seu esposo, que, há alguns minutos, permanecia sentado na poltrona, pernas cruzadas, bebendo um gole de whisky. O silêncio era sufocante, quase palpável, e o fazia se sentir como uma criança travessa que cometera um erro e agora aguardava um sermão iminente.
Remexendo-se sob os pesados cobertores que cobriam seu colo, Lucian quebrou o silêncio.
— Por favor, diga alguma coisa — pediu ele, a voz suave, mas inquieta.
Magnus manteve