A noite com Killian ainda ecoava em cada terminação nervosa do meu corpo. Ele era um paradoxo vivo: em um momento, suas mãos eram plumas, traçando mapas de ternura na minha pele; no segundo seguinte, ele era a tempestade, bruto e selvagem, me possuindo com uma intensidade que me fazia perder o fôlego e a noção de quem eu era. Eu adorava cada segundo dessa dualidade. Mergulhar no caos de Killian era o único lugar onde eu me sentia verdadeiramente viva.
Mas a manhã seguinte trouxe um peso difere