— Ariel, pode falar, eu tô aqui. — diz e logo percebe que estava ofegante como se tentasse encontrar ar sem sucesso.
Millo desesperado, me agarra os ombros e tenta uma respiração boca a boca. No mesmo instante recupero o oxigênio e me afasto um pouco.
— O que está acontecendo, Ari? Me diz por favor. — ele quase implora.
Finalmente consigo soltar alguns grunhidos e sinto que conseguirei falar. Balbucio às primeiras letras soltas e então formo uma frase.
— Sou Mabelle Seraphin Bailey. — digo aind