Esperei Vince retirar a agulha e me ergui de um salto, rosnando. Ericei os pelos da nuca e avancei contra Vince, mas ele recuou num pulo e bateu a porta. A risadinha dele me enfureceu, e avancei outra vez, acertando as grades de propósito. Soltei um ganido e me afastei do ardor cortante da prata.
— Eu não faria isso se fosse você. Está tudo de prata aqui. — Vince balançou a chave na minha frente. — Você vai ter que ser uma boa garota para ser solta.
Quase engasguei, mas avancei outra vez, testan