Na manhã seguinte, tudo aconteceu da mesma forma. Acordei com a batida do meu pai na porta e seguimos para a clareira. Ele me empurrou suavemente para dentro do espaço aberto, e eu caminhei até o toco e me sentei. Quando olhei para cima novamente, ele já tinha sumido.
— Eu não faço ideia do que diabos está acontecendo, ou do que eu deveria estar fazendo aqui. — Balancei a cabeça e tirei os sapatos. Em seguida, finquei os pés no chão e respirei fundo, buscando me purificar. Depois fechei os olho