A floresta estava viva naquela manhã.
Não no sentido poético que os bardos gostavam de cantar, mas no jeito real, bruto, pulsante. O chão respirava sob meus pés. O ar carregava camadas de cheiro que se sobrepunham como vozes antigas — terra úmida, musgo esmagado, folhas jovens, o rastro distante de cervos e o eco mais recente de lobos que haviam passado durante a madrugada.
Era ali que eu me sentia inteira.
O esquadrão avançava em formação solta, atento, mas sem tensão excessiva. Treinamen