Eu amo a minha nova casa.
A constatação vem simples, quase silenciosa… mas carregada de um sentimento tão grande que chega a apertar o peito.
Paro no meio da sala, ainda com algumas coisas fora do lugar, caixas abertas, tecidos espalhados… e mesmo assim, tudo parece perfeito.
Tudo parece… meu.
Caminho até a janela e olho para o céu, respirando fundo.
— Obrigada, vó… — murmuro, com a voz suave, quase emocionada. — Eu queria muito ter te conhecido… mas não sei explicar o tamanho da gratidão