Mas então…
Ela se afasta.
Devagar.
Sem pressa.
Sem pressa nenhuma.
E isso me deixa alerta.
Porque Bárbara é imprevisível.
Eu observo.
Em silêncio.
Ela leva as mãos até a própria camisa.
E começa a abrir os botões.
Um por um.
Lento.
Sem me olhar.
Mas eu sei…
Ela sabe exatamente o que está fazendo.
Meu maxilar trava.
Meu olhar acompanha cada movimento.
O tecido se abre.
Revelando a pele.
Clara.
Lisa.
Delicada.
Até que…
Ela termina.
E deixa a camisa cair.
Ficando apenas