Chego em casa e me sinto… estranha.
Eufórica, elétrica.
Mas ao mesmo tempo… solitária.
Como se algo tivesse sido despertado dentro de mim… e agora não da mais pra ignorar.
Eu jogo a bolsa no sofá e passo as mãos no rosto.
— Isso não pode esta acontecendo…
Mas está, eu sei exatamente o motivo.
Marco
Respiro fundo.
Não posso ficar aqui pensando.
Se eu ficar… eu surto.
Preciso sair, me distrair.
Preciso… fugir dele.
Ou pelo menos tentar.
Pego o celular e ligo.
— Celi?
Ela atende na hora.
— Bárbara