O dia mal começava a amanhecer quando acordei no quarto do hotel. Uma dor de cabeça latejante me lembra da noite anterior, quando chorei até não aguentar mais. Levanto-me devagar, o corpo pesado, e sigo até o banheiro. Faço minha higiene matinal, mas paro diante do espelho. Meus cabelos estão bagunçados, e as olheiras profundas marcam meu rosto como testemunhas silenciosas da dor que ainda carrego. Suspiro fundo, jogo água fria no rosto e tento afastar a tristeza.
Desço até a área de café da ma