A noite já estava evidente quando Helena dirigiu de volta para casa.
Assim que estacionou o carro e soltou o cinto de segurança para sair, seu olhar congelou por um instante.
O carro de Bruno estava parado sob uma árvore do outro lado da rua. Ele vestia preto da cabeça aos pés e se apoiava contra a lataria, a cabeça levemente inclinada para trás enquanto fumava. O pomo-de-Adão, bem marcado, se movia de forma absurdamente sedutora.
A fumaça azulada subia, envolvendo seu rosto esculpido ante