Miguel Ylmaz
Meu coração parecia um tambor descontrolado enquanto segurava Anny nos braços. Ela estava desmaiada, frágil, mas viva. Era como se o peso dos últimos meses finalmente tivesse caído sobre mim, ao mesmo tempo em que uma nova responsabilidade nascia em meu peito. Eu a segurei com todo o cuidado, com medo de que qualquer movimento errado pudesse machucá-la.
— Verônica, dirija! Agora! — gritei, enquanto entrava no carro com Anny ainda em meus braços.
Verônica não hesitou. O motor