Aurora Duarte Ricci
O quarto de hotel estava mergulhado em um silêncio reconfortante, interrompido apenas pelo som da minha respiração controlada. Eu estava sentada na beira da cama, encarando a mala semiaberta. As lembranças do passado voltavam a me atormentar, como se tivessem esperado o momento certo para me assombrar.
Então, a campainha tocou.
Meu coração acelerou. Nenhuma visita era esperada. Levantei-me hesitante e abri a porta.
E lá estava ela.
Isabela sorriu ao ver o pequeno n