Minha frase podia soar leve, mas eu sabia que o Sr. Cláudio certamente entenderia.
Ele me olhou com uma expressão indiferente.
— Destino! Desde pequena ela se comportava como um menino, sempre se misturando entre eles, nunca reclamava! Eu também nunca a mimei. Afinal, no futuro ela teria que carregar o legado da família Pinheiro.
O Sr. Cláudio levantou os olhos, contemplando a grande figueira no jardim com um semblante desolado.
Talvez ele realmente me considerasse um membro de sua família.
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