Daniel, percebendo minha expressão nervosa, me tranquilizou com uma leve tapinha no ombro.
— Se deite primeiro, eu vou ver quem é.
Depois de dizer isso, ele se levantou, calçou os chinelos e se dirigiu à porta. Eu me perguntava, intrigada, quem poderia estar ali tão tarde. Já fazia um bom tempo desde que não morávamos mais naquela casa.
Decidi me levantar e organizar rapidamente meu pijama antes de sair do quarto.
Ao chegar à plataforma e olhar para baixo, vi Daniel abrir a porta sem hesitação.