Isaac apoiava as mãos na parede em frente à porta da sala de emergência. Só relaxou quando Daniel se aproximou, se endireitou e olhou para ele, dizendo suavemente:
- Obrigado!
Daniel não respondeu, apenas me confortou:
- Não vai acontecer nada! Confie nos médicos!
Duas horas depois, as luzes da sala de emergência finalmente se apagaram. O médico saiu, visivelmente cansado, e nos deu uma notícia mista.
Ele nos informou que os sinais vitais de Eunice haviam voltado ao normal, mas ela ainda não ha