Eu cliquei minha língua duas vezes, incapaz de dizer mais nada. Minha mão segurava firmemente a bolsa, minhas unhas cravando na palma da mão, aquela dor aguda de repente me fez sentir confortável.
Nesse momento, o celular dele começou a tocar. Ele estendeu a mão e pegou, olhou para a tela por um instante e depois para mim, atendeu sem hesitar.
- Sim!
Uma voz feminina clara veio nitidamente do celular:
- Daniel, onde você está?
- Estou ocupado!
Sua voz era fria, sem nenhum tom carinhoso.
- Quer